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terça-feira, 25 de outubro de 2011

Instituição do Direito e Voto da Mulher (1930)

Hoje no Brasil o direito ao voto é assegurado a todos os cidadãos maiores de 18 anos. Mas nem sempre foi assim. Em 1822, um pouco depois da independência do País, só votavam os homens brancos e ricos. Os pobres não tinham esse direito, e os negros eram escravos, portanto serviçais, as mulheres nem pensar.

Faz só 76 anos que a mulher brasileira ganhou o direito de votar nas eleições nacionais. Esse direito foi obtido por meio do Código Eleitoral Provisório, de 24 de fevereiro de 1932. Mesmo assim, a conquista não foi completa. O código permitia apenas que mulheres casadas (com autorização do marido), viúvas e solteiras com renda própria pudessem votar.

As restrições ao pleno exercício do voto feminino só foram eliminadas no Código Eleitoral de 1934. No entanto, o código não tornava obrigatório o voto feminino. Apenas o masculino. O voto feminino, sem restrições, só passou a ser obrigatório em 1946.

O direito ao voto feminino começou pelo Rio Grande do Norte. Em 1927, o Estado se tornou o primeiro do país a permitir que as mulheres votassem nas eleições.
Naquele mesmo ano, a professora Celina Guimarães --de Mossoró (RN) se tornou a primeira brasileira a fazer o alistamento eleitoral. A conquista regional desse direito beneficiou a luta feminina da expansão do "voto de saias" para todo o país.

A primeira mulher escolhida para ocupar um cargo eletivo é do Rio Grande do Norte. Foi Alzira Soriano, eleita prefeita de Lajes, em 1928, pelo Partido Republicano. Mas ela não terminou o seu mandato. A Comissão de Poderes do Senado anulou os votos de todas as mulheres.
Em 3 de maio de 1933, a médica paulista Carlota Pereira de Queiroz foi a primeira mulher a votar e ser eleita deputada federal. Ela participou dos trabalhos na Assembléia Nacional Constituinte, entre 1934 e 1935.
A primeira mulher a ocupar um lugar no Senado foi Eunice Michiles (PDS-AM), em 1979. Suplente, ela assumiu o posto com a morte do titular do cargo, o senador João Bosco de Lima. As primeiras mulheres eleitas senadoras, em 1990, foram Júnia Marise (PRN-MG) e Marluce Pinto (PTB-RR). Suplente de Fernando Henrique Cardoso, Eva Blay (PSDB-SP) assumiu o mandato dele quando o tucano se tornou ministro do ex-presidente Itamar Franco.
Em 1994, Roseana Sarney (pelo então PFL) foi a primeira mulher a ser eleita governadora, no Maranhão. Em 1996, o Congresso Nacional instituiu o sistema de cotas na Legislação Eleitoral --que obrigava os partidos a inscreverem, no mínimo, 20% de mulheres nas chapas proporcionais. No ano seguinte, o sistema foi revisado e o mínimo passou a ser de 30%.
A primeira mulher ministra de Estado foi Maria Esther Figueiredo Ferraz (Educação), em 1982. Hoje, as mulheres não só estão à frente de vários ministérios como há uma Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres --chefiada por Nilcéa Freire, que tem status de ministra.
Apesar do avanço feminino na política, o Brasil ainda não teve nenhuma mulher eleita presidente. Entre as ministras do presidente Luiz Inácio Lula da Silva está Dilma Rousseff (Casa Civil), cotada como possível candidata do PT à Presidência da República, em 2010. Outra ministra, Marta Suplicy (Turismo) é a favorita dentro do PT para disputar a Prefeitura de São Paulo nas eleições de outubro de 2008. Seu nome também é cotado para a eleição para o governo de São Paulo, em 2010.

Cento e oitenta anos depois, a história mudou e transformou o voto feminino em fator decisivo no quadro político nacional. Nas eleições deste ano o voto da mulher teve um peso muito importante. Ele representou cerca de 51% do eleitorado nacional. De acordo com dados do Tribunal Superior Eleitoral foram 58.604.626 mulheres contra 56.431.895 homens.

Fontes: Folha Online, Espaço Aberto USP

Dia do Cabeleireiro

03 de novembro é dia de prestigiar os Cabeleireiros, profissionais que hoje são indispensáveis para a maioria da população.

Com toda a agitação do mundo atual, quem consegue pensar em não freqüentar um bom cabeleireiro? Ou dar apenas aquela passadinha rápida, para um retoque ou cortar pontas? Sendo frequente ou não, a verdade é que hoje em dia, mulheres e também homens, já não conseguem mais excluir essa visita de seu cotidiano. Assim, sendo profissionais tão necessários, nada mais justo que um dia do calendário oficial seja dedicado a eles, o próximo dia 03 de novembro será momento de festa para todos os cabeleireiros.


A Hair Stylist Lílian Souza, do salão de beleza Quality Hair, fica sempre empolgada com a data, pois a paixão pelo segmento de beleza, que começou ainda na infância, cresce a cada dia. Em 1993 fez o curso básico de cabeleireiro no SENAC-SP e começou a atuar em pequenos salões de beleza de São Paulo e Osasco. Logo desenvolveu características próprias para o trabalho. Sua imensa dedicação, capacidade e competência, sempre elogiados pelos colegas das equipes por onde passou, somaram-se ao talento natural para ser uma Hair Stylist.




Lílian logo percebeu que atuar em pequenos salões seria limitar seu dom para cuidar da beleza de seus clientes. Após receber grande incentivo da família e dos amigos, especializou-se nas áreas de make up, terapia capilar, designer de sobrancelhas, permanente, alongamento, tintura de cílios e, mais recentemente, em técnicas de aplicação de escova progressiva.

A partir daí, aprimorou a idéia de se tornar empresária de seu próprio salão, o Quality Hair, em São Paulo. Hoje, trabalhando junto a uma equipe de profissionais altamente qualificados para atuar nas áreas de beleza e cosméticos, Lílian Souza é referência entre clientes e profissionais de beleza, ocupando uma posição de grande destaque e prestígio.


“Sentir-bem é o ideal de qualquer pessoa, e nós, profissionais de beleza, temos o dom de levar esse prazer aos clientes, portanto nessa profissão é essencial ser sempre simpática e bem humorada, pois assim o trabalho flui melhor e garantimos boa parte da satisfação dos clientes” – afirma a Hair Stylist Lílian Souza.